Para muitos, o primeiro jogo eletrônico da história foi desenvolvido em 1962 por Slug Russel, Wayne Witanen e Martin Graetz,colegas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), EUA. Com o fim de criar algo útil para as horas vagas, os estudantes idealizaram um jogo de batalha espacial capaz de rodar nos arcaicos computadores DEC PDP-1: o SpaceWar!.
No entanto, alguns historiadores dizem que o tataravô dos jogos fora desenvolvido quatro anos antes, em 1958, pelo físico Willy Higinbotham, mais conhecido por ter sido um dos criadores da bomba atômica. Tratava-se de um joguinho de tênis mostrado em um osciloscópio e processado por um computador analógico, uma espécie de atrativo aos visitantes de seu laboratório.Em 1968 temos um importante capítulo da história dos games, por meio da figura do alemão erradicado nos Estados Unidos, Ralph Baer.Após ter se formado em engenharia eletrônica e trabalhado em diversas empresas de rádio e TV, Baer teve a brilhante ideia de criar um aparelho capaz de rodar jogos eletrônicos por meio da televisão. Tal fato foi de grande importância para o futuro dos games pelo fato de que, até aquele momento, os jogos só rodavam nos computadores e o acesso aos mesmos era restrito a pequenos grupos de estudantes universitários. O alemão desenvolveu e patenteou um aparelho chamado "Brown Box", capaz de rodar diferentes tipos de jogos, fato que tornou Ralph Baer o “pai” do videogame.
A História moderna da propaganda no Brasil
Começa na segunda década do século XX, como um reflexo da industrialização acelerada que ocorre na Europa Ocidental e nos Estados Unidos. Nas décadas de 20 e 30, virão as agências americanas, acompanhando seus clientes anunciantes em busca de novos mercados. Nelas uma primeira geração de publicitários brasileiros será instruída sobre a verdadeira racionalização do trabalho da propaganda. Nos anos 40 e 50 o Brasil cria as bases para o seu desenvolvimento industrial.Os anos 60 são marcados pela ruptura do processo político e pela opção ditatorial de crescimento econômico a qualquer custo. Nesta conjuntura, a sociedade de consumo chega ao país. Nos anos setenta a crise do petróleo enterra o modelo econômico imposto pelos militares. Os anos 80 trazem a redemocratização e, ao mesmo tempo, uma economia mal resolvida. O mercado interno sobrevive a duras penas e a indústria da propaganda se consolida. Os anos 90 estréiam com nova crise política e inflação alta, mas a abertura econômica anima o mercado. Um novo plano econômico detém a inflação, a partir da metade da década o país volta a crescer em meio a turbulência dos mercados globais. O negócio da propaganda no Brasil já tem envergadura, e se alinha entre os 10 maiores do mundo, segundo a revista norte-americana.